Se você já correu uma prova de rua sabe que cada largada tem um clima diferente. E foi exatamente essa diversidade que a Olympikus decidiu registrar em um projeto que durou um ano inteiro.
A marca lançou o minidocumentário “Brasil, País do Corre”, que fecha a jornada “50 anos, 50 corridas”. A produção é assinada pela Na Buena Onda e tem narração do comunicador pernambucano Caio Braz. O vídeo já está disponível no canal da Olympikus no YouTube.
Uma jornada de 2.300 km por 18 estados
Ao longo de doze meses, a equipe da Olympikus percorreu as cinco regiões do Brasil. Foram 18 estados e 29 cidades visitadas, somando 2.300 quilômetros rodados entre ruas, estradas, trilhas, praias e montanhas. No caminho, a marca acompanhou de perto mais de 300 mil corredores em ação.
Teve prova dentro de mercado público, corrida no meio de um sambódromo e até disputas em ilhas. Essa variedade virou o coração do documentário, que também funcionou como uma grande pesquisa de campo sobre os hábitos do corredor brasileiro.
A conclusão: não existe “uma” corrida brasileira

O maior aprendizado da jornada foi simples e poderoso. Não existe um único jeito de correr no Brasil, existem muitos. “O que descobrimos ao longo dessa jornada é que essa diversidade é ainda maior do que imaginávamos”, conta Bianca Dallegrave, diretora-executiva de Marketing da Olympikus.
Cada região revelou uma relação diferente com o esporte. Em Roraima, a prova Tepequém Up levou os atletas ao ponto mais ao norte do país, com uma subida que ficou marcada na memória de quem participou. Em Santarém, no Pará, o calor forte faz as corridas acontecerem à noite, movidas por grupos locais que transformam o esporte em evento comunitário.
Em Salvador, o esporte vira ferramenta de ocupação de território e fortalecimento de identidade, algo que ficou evidente na Maratona Salvador ao lado do grupo SBN Running. Já no Rio Grande do Sul, as crews reúnem milhares de pessoas em encontros que misturam atividade física, cultura e pertencimento. No Centro-Oeste, as provas em meio à natureza reforçam a busca por aventura e conexão com a paisagem.
Histórias que emocionam quem corre
O documentário também dá voz a histórias de superação encontradas pelo caminho. Paulo César Silva Oliveira correu em Roraima para honrar a memória do filho que perdeu. Jeferson Dias e Tais Damásio atravessaram a Chapada Diamantina em uma ultramaratona. Luana Correa cruzou a linha de chegada da Maratona de Porto Alegre na última colocação, sem nunca cogitar desistir. E Marcio Rosa completou sozinho 100 quilômetros na Volta ao Lago, em Brasília.
São histórias que qualquer corredor reconhece de alguma forma, porque falam sobre chegar, sobre continuar e sobre correr por motivos que vão muito além do relógio.
Corrida como performance, socialização e autocuidado

Para Bianca, a pesquisa confirmou algo que já era percebido nas ruas. “A corrida continua sendo um espaço de performance e superação. Mas ela também se tornou um espaço de socialização, autocuidado, turismo, identidade e comunidade”, afirma. Segundo ela, essas narrativas coexistem e muitas vezes a mesma pessoa transita entre todas elas ao longo da própria jornada como corredora.
Essa multiplicidade levou a marca a organizar o projeto em quatro territórios comportamentais: Para Se Desafiar, Para Se Divertir, Para Se Engajar e Para Correr com os Olhos. A ideia é reconhecer as diferentes formas de viver o esporte sem simplificar a complexidade de quem corre no Brasil.
Assista ao documentário completo
O minidocumentário “Brasil, País do Corre” está disponível no YouTube e reúne registros de provas, treinos e comunidades de norte a sul do país. Para acompanhar as próximas novidades da marca, vale seguir @olympikus nas redes sociais.
E você, já correu em alguma dessas regiões ou reconheceu sua própria história em alguma dessas motivações? Conta pra gente aqui no Dani-se Vou Correr.
















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