A trajetória de Bruna Borini com as Dez Milhas Garoto começou muito antes de ela cruzar a linha de largada. Durante a infância, ela morava no Centro de Vila Velha, na Avenida Champagnat, exatamente no trecho onde os atletas faziam a curva em direção à Praia da Costa. Todos os anos, Bruna esperava ansiosamente o dia da corrida.
“Eu descia para cumprimentar os corredores, batia na mão da galera e acompanhava toda a prova do início ao fim. Sempre foi um sonho poder participar”, relembra.
O sonho realizado: a primeira Dez Milhas Garoto
Em 2012, Bruna finalmente viveu a emoção de estar do outro lado — o das corredoras. “Foi muito emocionante passar exatamente pela esquina onde eu ficava esperando os atletas na infância. É um trecho que sempre me faz lembrar de tudo o que vivi assistindo à prova”, conta.
Desde então, ela faz questão de participar de todas as edições da Dez Milhas Garoto. “Para mim, é mais do que uma corrida. É uma memória afetiva, um momento de superação e gratidão”, completa.
De espectadora à inspiração
A história de Bruna é um lembrete de que o esporte transforma — e que toda jornada começa com um passo (ou uma lembrança!). Hoje, ela inspira outros corredores a viverem também essa experiência única de participar da tradicional prova capixaba.
















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